Natal à grande

Tive o meu natal e acho que para compensar tive para ai uns quatro/cinco natais num, toma lá para não refilares.
Natal como este, só agora aos 19, sentia-me uma criança.
Todos me acolheram, brindaram a mim, mil presentes e acertaram, so coisas que gostava, pensaram em mim, dedicaram-se e esforcaram-se para me sentir o mais à vontade possível.
 Claro que em algumas casas (das 20 casas) sentia-me mesmo da família e sinceramente nem parecia o primeiro natal, tentei agradecer, mas às vezes quando ia abrir a boca, parecia que estava paralisada e não conseguia conjugar palavras, na minha cabeça estava agradecer e em modo repeat a ver se de repente saía tudo pela boca, às tantas já dizia obrigada só na despedida e a comer a palavra. Tava com dificuldades em perceber que não se paga e que sabe bem ouvir um agradecimento.


A viagem do Avô Miguel foi um grande presente, obrigada pela dedicação. 
A carta da minha Avó foi um presente especial, que fique aqui registado. Leia querida Avó, é-me especial.



Concluindo, no meu natal corre-se a meia maratona, ganha-se a taça, vem-se com mimos e kilos a mais (só para alguns, por exemplo o meu pai, mas isso é irrelevante) e ainda consegues ir para a cama com o coração a bater. 


Agradecer aos meus queridos e Amados pais por me terem acolhido, não há ninguém mais especial que vocês e o meu melhor presente que vos dei foi ter reservado ao meu amigoalá de cima o melhor do Mundo para vocês e para sempre, é razoável.


E que venha o próximo.

Tânia Amado

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