enchia-vos de presentes

Sou de presentes, saio à minha mãe nisso.

Adoro dar presentes mais até do que receber, mas claro adoro receber também. Quando dou adoro pensar em todos os detalhes, nem sempre dá mas tenho impressão que podia ser profissional disso.

É para mim uma maneira de mostrar o amor que tenho pelos outros. É mais fácil para mim do que dizer ou mostrar o quanto gosto deles. Também o faço mas menos. 

Dou abraços e beijinhos mas mais ao joão e aos mais pequeninos depois menos. Não sei bem porquê, não há uma razão. Por um lado não os quero deixar desconfortáveis no tempo ou na intensidade dos abraços ou beijos e por isso evito. Coisa estúpida. Dizias-me que não existe tempo ou intensidades erradas para beijos e abraços, mas existe. Vou para o inferno mas a verdade é que às vezes acho que podia ter sido mais ou menos. Aguento e não digo, está claro, apesar de calhau com pernas sou educada.


Fora isso adoro comprar presentes, a todo o lado que vou vejo coisas que seriam boas para este ou aquele. Vou ao supermercado e acabo com calças para o joão [que ele nem sabia que queria], ou brinquedos para a Belém. Tento controlar os impulsos para não estragar os mais pequenos mas não se escapam a coisas mais aspiracionais como animais ou legos do olx. Para a tania já percebi que não sei escolher roupa [apesar de ela me roubar das minhas] e por isso compro brincadeiras como lâmpadas fashion. Que no fundo não é uma brincadeira sendo que a Belém lhe come todos os candeeiros e ela anda a velas.

Aos amigos houvesse mais dinheiro e mais coisas compraria. Minhentas vezes me cruzo com coisas que acho a cara deles [as tantas não são nada] e compraria caso vivesse à larguinha.
Para amigos, para tios, para primos, mais que um abraço saía com mais jeito um presente, presentinho ou presentão.



Mas não devia bem sei. Abraços e beijos não se medem aos palmos nem às palmadas. Entretanto e enquanto não melhoro nisso sai uma wish list para cada um, directa do coração e cheia de amor. Constantemente, o que da um jeitão para quem quer controlar custos.


rosa amado

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