Com o Porto no coração

Fomos ao porto atrás de pessoas.

Vimos as vistas enquanto não as víamos a elas. Saímos de onde ficámos, na cedofeita, e voltámos sempre melhores.

Sábado, que o sol estava de fora, fizemos o que ainda não tinha sido feito [por nós] e andámos pela baixa inteira entre estações, castelos de princesas e ruelas. Por recomendação [da marta] fomos almoçar ao bolhão. Obrigada Marta. Seguimos para Serralves atrás do Miró e levados pelas mãos do Leites. Sr. Leites lá em casa. Amigo querido da tanica que encaixa tão bem connosco. Tão bem que descobriu que somos família, coisas de tetravô, mas que servem mais do que desculpa para gostarmos tanto dele. E levou-nos pela mão pelos jardins fora. Conhecemos a querida mãe e o irmão Domingos. Ela partilhou histórias de vida de quem teve cinco filhos e ele, o Domingos, levou o manel a ver os aviões [de papel, que lhe fez]. E depois Sr. Leites, que de incrível tem tudo, levou-nos a casa de seu pai. Uma vista para o mar de perder a chuvada e uma coragen de jo para, num sábado de lareira e manta, encher a casa de mini Amados estafados. Tive muito medo naquela hora, medo de enfernizar a vida ao pai Leites, tão querido, mas no fim a família arranja sempre lugar e foi um serão muito agradável. 

Chuvada nas trombinhas só para dormirmos melhor e estava o sábado feito. Chegou domingo e o almoço prometido. 

Queríamos muito conhecer a Joana e a sua família de seis como a nossa, em tantas coisas como a nossa. Queríamos perceber com eles possibiliades de voos futuros e trouxemos na manga a rita e o tiago para não falharmos a mira. A joana e o miki saíram-nos melhor do que a encomenda e, não so nos fizeram sentir em casa como trouxeram muitos mais amigos, montou-se ali uma tarde de conversa bem nice. 

Sobre o projecto de fim de ano que tanto procuramos ficou a nota que sendo difícil, bem ajeitadinhos ainda há espaço para sonhar e as tantas é mesmo desta que realizamos o tal sonho de voluntariado em família. 

Depois agarrar uma Lira e um Lipe antes de deixar o porto fugir. Porque não ha porto sem estes dois amigos do tempo de bruxelas. 

E se tentarmos isto nalguma das fotos vai ser dificil. Acontece que sempre que a cena estava cheia de gente gira e interessante largamos o digital e ficámos só uns com os outros, uma cena mais analógica.
Obrigada querido porto. Foste incrível.











rosa amado

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