Fase III - das madrugadas aos mergulhos de fim de dia

Tem sido bom, intenso, mas muito bom.
Acordamos com as galinhas e dia sim dia-quase-sim vão em braços para o carro. Vestem-se a caminho, levamos farnel e chegamos todos bem, com mais ou menos  ramelas.
Depois passa o dia e eu tento sair cedo (até as 18h15) para não chegarmos tarde. Ganhamos mais 45 minutos de conversas cantorias, jogos de carro e chegamos ao Palácio no campo. A Belém salta por todo o lado descontrolada de alegria e eles também. Saltam para o trampolim ou para o carro/Mota e andam na rua até ficarem pretos.

Avô Miguel sempre por perto a fazer voar aviões ou a por as bolas a girar.

Jantar, banho (invertermos a ordem da porcaria) e cama. Se ainda houver luz o Manel pode ler alto para os manos ouvirem se não relatam com xixi cama a preparar mais uma madrugada.

Substituíram a patrulha pata da madrugada por um vestiário andante e a marsha e urso da tarde por saltos no "pampolim" (como diz o ze). Faz muita falta a Tanica mas temos tido visitas para matar saudades e é bom que até damos outro valor (não que não esteja cheia de valores mas a independência quase fazia crer que não dávamos por ela).

Acordamos mais cansados mas andam muito mais felizes. E nós a reaprender a viver sem TV que anda pra trás ou internet capaz de carregar páginas médias quase sempre cheias de nada. Lemos mais e vamos para a cama mais cedo.

Estamos muito mais desligados mas muito mais ligados ao que importa. 3 semanas no campo é 1 no meio para recuperar sono. Venham mais que nós temos ainda muito que aprender com este modo unplugged.




rosa amado

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