Métodos de ensino

Todos os pais pensam neles. Os melhores, os piores, as bases e os resultados. Com um filho trissómico pensamos nisso 21 vezes mais.
Nenhum deles vai ser uma bóia de salvação mas a verdade é que um bom método de ensino pode fazer a diferença.
Nisto procuramos. Sabemos que o que temos é bom e está a resultar mas deixa-me nervosa saber que os 6 primeiros anos são determinantes no desenvolvimento e temos de dar tudo. Era bom fazer mais qualquer coisinha em cima do que já fazemos. Sem entrar em maluquices de preferências.

De repente encontramos dois métodos aparentemente fabulásticos mas que até hoje desconhecíamos. Um tal método de Doman ( aqui e aqui ou pela internet fora) que é controverso mas os pais que aplicam estão muito satisfeitos.  É intensivo mas aplicado pelos pais, que me custa mas concordo que nós devemos estar mais presentes nessa aprendizagem.

Um método de Feuerstein (aqui ou aqui ou pela internet fora) é o outro que nos tira o sono. Também parece óptimo, fomos saber mais com um medidador que o aplica em portugal mas não é especialista em bebés.   Há uma formação anual para pais, este ano a formação é para crianças dos 0 aos 6 anos nem de propósito, grrrrrrr. Não conhecemos pais que apliquem mas os resultados que encontramos na net e a sua dispersão na europa e mundo falam por si.

E agora?! Aplicar os dois em impensável porque são incompatíveis a vários níveis.
São os dois para o mês que vem. É agora ou nunca sendo que o nunca também pode ser fixe.
Estamos confiantes, o nosso zezão é ispetacular e disso não há dúvidas.

rosa amado

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