O pássaro fora do poema

decidi fazer um almoço saudável. Quinoa, brócolos e cenas.  Nunca fiz quinoa estava focadíssima. Ouvi uns barulhos, a janela estava aberta, tudo normal.

Dom golo toca a porta do seu passeio matinal e lá vou eu. Quando estou de volta aos brócolos noto alguma agitação na sala, raio do cão, lá fui ver.

Cenário: um pássaro preto em pânico a voar descontroladamente e a deixar cocó por todo o lado e um cão de caça que só come moscas doido para o desfazer. Gritei como uma boa dona de casa, chamei o golo, mandei embora o pássaro, mas é óbvio que nenhum me ligou e pimbas... em menos de um minuto o pássaro na boca e em menos de nada MORTO.

E pronto deixa-o ali largado. Nem o come nem o deita no lixo. 
Enchi a cena de ração a ver se o distraia. 
E liguei a tania, ela ia saber ajudar de certeza. E ajudou, diz que ainda tava quente (bierrrkkk).

Por pouco não nasceu um xavi na cena do crime.
Aposto que se tivesse decidido fazer bife da vazia isto não acontecia.

rosa amado

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