noite do camander


Sequência de acontecimentos espectaculares que tornaram a noite explosiva. daquelas que nunca no principio imaginamos o fim. 
Jantar em casa da minha mãe e até aí tudo perfeito. Normalmente o zé ia e o né ficam a dormir, trocámos os dois pelo xavi e ficou tudo lixado. 
Ainda a caminho de casa parei para por gasolina que estava rm -10L e depois de encher realizo que a Belém comeu a cabula do pin, maravilha quase deixei lá um para assegurar pagamento. 
Chegar a casa com os cabritos as costas e ter Maria de Belém a chafurdar na sua colica intestinal. Cenário quase a anunciar 3ª guerra mundial. Deitar um e outro e unir esforços para aquela que foi uma batalha ganha 1 hora depois. Lixivia, sonasol, esfregonas XPTO, mangueiradas e trabalhos de toalhita. Mas ganhámos e se viesse o sr do algodão passavamos no teste.

ensopada até aos cabelos da mangueirada desviada passo pela banheira e caio redonda na cama e de seguida no chão. A cama que é sommier estava na inquinada, um dos lados não descia. 
relembro mentalmente que a lisa teve a tirar a roupa de verão, mas fonix não fechou a cama? ligar a luz, abrir os olhos e tentar perceber o problema da molaflex. chamar alto e bom som pelo joka, ele também um pingo ajuda e levanta o estrado, decifro que o problema nunca vai ser resolvido em tempo útil por nós. pensamos em mudar o colchão para o chão, para a casa de banho para onde for mas aparentemente não temos mais vagar no palacio para uma cama de casal no chão. entre o sono e a loucura corro para a chave 13 e desfaço a estrutura da cama, que sa lixe fica sem a geringonça mas ao menos fica direita. uma noite não são noites e não se vai partir.

100 metros barreiras quase completos e enfio-me na cama para dormir, é meia noite e meia. 
meia noite e 31/32 já estava em zorbe a dormir que nem um bebé, dos que dormem lá está.
1 e picos acordo com o joão a chamar a alto e bom som, aparentemente o zé tinha cenas, ainda em zorbe tento perceber quem sou e onde estou e peço-lhe que o traga. 

[seguem-se palavras de cenas nojentas, não recomendável aos sensíveis de estômago] 

vomitava que nem gente grande. coitado estava transparente. eu ainda queria ter pena do meu sono mas era olhar para ele e saber que não ia dar para dormir.

sentamos-nos os dois no chão da casa de banho, enrolados em toalhas que o joão ia atirando intercalado com toalhitas e foram 4 horas de loucura até que adormecemos os dois no chão da casa de banho até hoje de manhã. por todas as ressacas que não tenho tido, e que destas na verdade nunca tive.

joão também se juntou ao clube de mal dispostos do zé mas teve de ir para outra freguesia que não tínhamos mãos para mais.

noite do camander. se calhar não repetia mas foi inesquecível.

rosa amado

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